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Construirán en Manhattan torres de madera de 11 pisos

TORRES DE MADERAConstruirán en Manhattan torres de madera de 11 pisos

Lo anunció la compañía Lotus Equity Group, que quiere utilizar "materiales más naturales" para levantar edificios de oficinas. Será en Newark. En la última década, más arquitectos, ingenieros y desarrolladores han estado explorando el uso de productos robustos de madera maciza o paneles de madera de ingeniería por encima de seis pisos, el límite típico para las estructuras de madera. Los atractivos de la madera sobre el concreto y el acero son numerosos, desde una menor huella de carbono hasta un calendario de construcción potencialmente más rápido y un proceso menos disruptivo.

 Lotus Equity Group anunció la construcción en Manhattan de edificios de oficinas en Newark de 11 pisos hecho con una estructura de madera para Riverfront Square, su desarrollo de uso mixto de 4445,934 metros cuadrados está planeado para el sitio de los antiguos Newark Bears. y Eagles Riverfront Stadium y el viejo Lincoln Motel.

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Brasil: la industria de la madera necesita estar alerta al entorno competitivo

INDUSTRIA MADERABrasil: la industria de la madera necesita estar alerta al entorno competitivo

La 65ª Conferencia Internacional sobre Madera blanda (ISC 2017) celebrada en Alemania brindó la oportunidad de analizar las perspectivas de los principales mercados internacionales. La conclusión fue que el consumo de maderas blandas en 2017 ha aumentado y hay perspectivas de un crecimiento moderado en 2018.

Si bien los mercados europeos siguen siendo el destino tradicional para la producción de madera blanda de la UE, un desarrollo prometedor ha sido el papel cada vez más importante de las exportaciones a Asia, en particular a China. Japón también sigue siendo un importante destino de exportación de madera aserrada europea.

La imagen a nivel mundial es bastante prometedora, pero una posible fuente de riesgo es el mercado del Reino Unido, ya que el Brexit podría tener un impacto en la economía y provocar una demanda más débil.

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Nova fábrica estudada pela Suzano em SP terá capacidade de 1,5 mi de toneladas

Suzano industriaNova fábrica estudada pela Suzano em SP terá capacidade de 1,5 mi de toneladas

A fábrica nova de celulose que a Suzano está estudando instalar na região central de São Paulo terá capacidade para 1,5 milhão de toneladas e será incremental a outras duas unidades no Estado, afirmou o presidente-executivo da companhia, Walter Schalka, nesta quinta-feira.

A nova fábrica deixará a Suzano com uma capacidade de 5 milhões de toneladas anuais de celulose, fazendo a empresa reduzir a distância da rival Fibria, maior do setor com capacidade de 7,25 milhões de toneladas.

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Celulose e minério de ferro se destacam no primeiro mês de exportações

celuloseCelulose e minério de ferro se destacam no primeiro mês de exportações

Celulose ultrapassou a soja, sendo o produto mais exportado por Mato Grosso do Sul (Foto: Divulgação) A balança comercial de Mato Grosso do Sul atingiu superávit de US$ 117 milhões em janeiro de 2018, montante 7,6% maior que no mesmo mês do ano passado.
A celulose, os grãos e o minério de ferro foram os principais responsáveis pelo bom desempenho neste início de ano, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
A celulose ultrapassou a soja, sendo o produto mais exportado por Mato Grosso do Sul em janeiro, com 33% de aumento de um ano para o outro. A sazonalidade da soja no período e a entrada em operação da segunda unidade da Fibria, em Três Lagoas, contribuíram para o resultado. “Vemos claramente a importância da celulose para o Estado e a mudança da nossa pauta exportadora, que deixou de ser baseada apenas em carne e grãos.

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Celulosa de fibra corta retoma rally alcista, pero inventarios sugieren precios planos para 2018

CELULOSA BRASIL03Celulosa de fibra corta retoma rally alcista, pero inventarios sugieren precios planos para 2018

El commodity forestal volvió a marcar una avance después de dos semanas sin variaciones.
Después de dos semanas consecutivas de silencio, la celulosa de fibra corta volvió a dar señales de vida con un avance en su cotización que le hizo retomar su impresionante rally de más de un año. Así, con una apreciación semanal de 0,09% que la llevó hasta los US$1.000,93 por tonelada métrica, la materia prima acumula 56 semanas consecutivas sin contracciones.

Javiera Donoso
La celulosa de fibra larga, por su parte, dio una subida más aguda, de 1,79% la semana pasada, alcanzando los US$1.052,24 por tonelada métrica.

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Klabin adquire parte da startup israelense Melodea

Klabin celuloseKlabin adquire parte da startup israelense Melodea

Tecnologia com menor impacto ambiental motivou aporte da fabricante de celulose
A Klabin anunciou nesta quarta-feira (7) a aquisição de 12,5% da startup israelense Melodea Bio Based Solutions, pioneira na tecnologia de extração de celulose nanocristalina (CNC), produzida 100% a partir de fontes renováveis. O investimento de US$ 2,5 milhões fortalece a frente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D+I) da Klabin, que está focada na construção de soluções bioeconômicas, que visam o uso responsável, eficiente e sustentável dos recursos naturais.

O objetivo da Klabin é fazer uso da celulose nanocristalina (CNC) na criação de papéis e embalagens ainda mais resistentes, 100% recicláveis, além de potencializar oportunidades para novos negócios em produtos de base florestal. “A capacidade de adoção da base tecnológica de CNC da Melodea é altíssima, com aplicações potenciais em diversos setores.

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O dilema do eucalipto transgênico

eucalipto transgênicoO dilema do eucalipto transgênico

Duas empresas brasileiras pesquisam árvores geneticamente modificadas. Mas não avançam para não perder o selo verde

  Eles são mais gordos e mais altos, mas um observador dificilmente diria que são diferentes. A olho nu, são essas as principais características do H421, o nome de laboratório do primeiro eucalipto transgênico do mundo. E ele é brasileiro. Naturalizado, ao menos.

Está crescendo no interior de São Paulo e no sul da Bahia, áreas onde são comandadas as pesquisas genéticas das duas empresas que o detêm: a israelense FuturaGene, que desenvolveu as sementes ainda nos anos de 1990, e a brasileira Suzano Papel e Celulose, que comprou a FuturaGene em 2010.

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