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fábrica em Curitiba

A montadora francesa Renault está preparando a maiorofensiva comercial de sua história no mercado brasileiro. No início de março, a empresa vai inaugurar a nova ala da fábrica em Curitiba (foto), que deverá dobrar a capacidade de produção. A iniciativa vem em boa hora. A marca sumiu do ranking dos 20 carros mais vendidos do país em janeiro, segundo a Anfavea.

O Sandero, que costumava figurar entreos 10 primeiros, foi parar na 23ª colocação, atrás do Kwid, que terminou o mês passado em 21ª. A indústria automobilística brasileira receberá um ciclo inédito de investimentos. A japonesa Bridgestone, maior fabricante global de pneus, escolheu, entre as 49 unidades no mundo, a fábrica de Camaçari, na Bahia, para receber a nova safra de equipamentos “Nossas instalações na Bahia traduzem nosso compromisso em manter esta planta sempre atualizada e com altos índices de produtividade”, diz Marcelo Araújo, diretor-industrial da Bridgestone.

Tempos agitados no mercado de papel e celulose

A possível fusão entre a Fibria e a Suzano, gigantes do mercado brasileiro de papel e celulose, está agitando os negócios nesse setor. Diante do aquecimento das consolidações, que tende a criar colossos industriais, a finlandesa Stora Enso estuda comprar ou fundir partes de suas operações à Eldorado Celulose. Nenhuma proposta oficial foi apresentada, mas, segundo uma fonte especializada no setor, haverá novidades em breve.

O negócio está para peixe

Uma das maiores produtoras de peixe da Europa, a sueca Abba Seafood está interessada em operar no mercado brasileiro. A empresa acredita que há espaço para o crescimento desse mercado, já que o consumo per capita no Brasil é um dos mais baixos do mundo, de 10,5kg por ano. Além disso, a produção de peixes no país cresceu 8% em 2017, segundo o Anuário da Piscicultura Brasileira. Passou de 640,5 mil toneladas, em 2016, para 691,7 mil toneladas, em 2017.

Acho que 90% das dificuldades do país vêm de problemas na área de educação. Enquanto não melhorarmos nesse aspecto, não vamos ser um país de ponta”
Hélio Bruck Rotenberg, pesidente da Positivo Tecnologia

Trump, o amigo da Gerdau

A proposta americana de sobretaxar ou limitar a importação de aço do Brasil poderá abrir oportunidades de negócios para a gaúcha Gerdau, que possui fábrica nos Estados Unidos. Procurada pela reportagem, a empresa não quis comentar, mas especialistas garantem que as novas regras não devem afetar as empresas que mantêm operação local. Atualmente, entre 25% e 35% da receita da Gerdau vêm de operações no mercado norte-americano.

RAPIDINHAS

Duas das principais empresas de tecnologia em alimentação do Brasil, a Grubster e a ChefsClub, estão prestes a se unir. Fontes do setor afirmam que a fusão está em fase avançada e evolverá o lançamento de um novo modelo de negócios. Essas empresas atuam como aplicativo de celular, que permite reservar restaurantes e obter descontos como um clube de compras.

A fabricante de cosméticos Mahogany, fundada pelo empresário Jaime Drummond, tentará turbinar seus negócios com a abertura de lojas no exterior. Depois de alcançar a marca de 200 endereços no Brasil, negocia com franqueados no Chile, Argentina e Colômbia.

A indústria da hotelaria nunca esteve tão aquecida – pelo menos no quesito novos negócios. A rede mineira Samba é um exemplo desse movimento. Lançada há quatro anos em Belo Horizonte pelo empresário Guilherme Castro, ex-executivo da Hilton Hotels, essa “startup hoteleira”, como ele mesmo define, agora tenta atrair investidores.

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A razão é simples: multiplicar de tamanho neste ano. Com oito hotéis em operação, e 965 quatros, a rede prevê dobrar sua operação em 2018, com 1.830 quartos. “Temos um modelo de hotel de 120 quartos que fica pronto em três meses”, diz Castro

4,2%

É quanto cresceu o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo em dezembro ante novembro do ano passado. O nome pomposo aponta os investimentos no país e sinaliza a retomada econômica

JORNAL ESTADO DE MINAS- BRASIL - 22 febrero 2018